“Minha mãe e eu viramos doadoras de sangue depois de acompanhar a minha avó paterna no hospital, onde ela recebeu várias bolsas de sangue e os médicos fizeram de tudo para ela melhorar, mas mesmo assim acabou falecendo naquele dia. Após esse dia começamos a pensar na importância de doar sangue, e na gratidão nas pessoas que doaram e tentaram salvar a minha avó. Esse ato de doar sangue é tão imenso, ele move barreiras, é um ato de se doar sem se preocupar quem estará beneficiando, pode ser o seu pior inimigo, ou uma pessoa que você nunca viu ou nunca verá na vida, mas doa-se mesmo assim, pelo bem do próximo. Eu acredito que doar/receber sangue é um ato de humildade e que nos liga como humanos. No dia que fui doar pela primeira vez estava acompanhada com a minha mãe. Eu confesso que senti medo, nunca gostei muito de agulhas, mas os atendentes foram tão gentis comigo e se solidarizaram com a minha preocupação de sentir dor e de ficar tonta pela perda do sangue que não doeu nada, não senti nada, fiquei apenas conversando com o profissional que estava lá na sala de doação e foi me tranquilizou bastante. Depois disso teve um lanche bem completo. Fui muito bem atendida e foi um gesto muito gratificante. Acho que poderia definir a sensação de doar como “Gratidão e sensação de dever cumprido”. Eu quero ajudar as pessoas a viverem melhor e acho que doar sangue é o primeiro passo para este objetivo. A SalvoVidas.com me solicitando doações periodicamente ajuda bastante a lembrar desse compromisso importante que tenho comigo mesma e com a sociedade.”





