” Na adolescência eu não via a hora de completar 18 anos e, diferente dos meus amigos que queriam tirar a carteira de motorista, eu queria doar sangue. Acho que porque eu nunca tive medo de agulhas e sentia que poderia contribuir com algo tão simples a ajudar outras pessoas. Desde que fiz 18 comecei a doação, e mantinha uma periodicidade bacana durante o ano, costumava ir a cada 4 meses, tempo definido entre uma doação e outra para as mulheres. Na universidade, estimulei que o trote solidário fosse a doação, e no geral era sempre um sucesso! Os alunos participavam massivamente. Contudo, quando me mudei para São Paulo há 3 anos, esse ritmo de doação caiu e praticamente se extinguiu, com a rotina agitada e as “prioridades” que fui dando ao meu dia-a-dia. Em junho desse ano vi uma publicação sugerida sobre a SalvoVidas.com, me interessei, me cadastrei e logo na sequência recebi um e-mail dizendo que os hospitais de São Paulo estavam precisando de doações, informando os locais mais próximos que poderia doar, com endereços, horários e todas as informações possíveis para que o meu deslocamento fosse o melhor possível. Doei e a minha experiência foi ótima! Obrigada SalvoVidas, por me me fazer enxergar de novo o que são “prioridades”! “





