“A minha avó estava internada, me senti muito impotente porque não havia nada que pudéssemos fazer. Então pensei em quantas pessoas passavam por uma internação e precisavam de doação de sangue e resolvi doar, para ajudar essas pessoas e suas famílias, já que a transfusão de sangue é algo possível. Doei com meu namorado, que também nunca havia doado, e mais dois amigos que já eram doadores. Desde então resolvi ser uma doadora frequente. O que me motiva é a possibilidade de ajudar as pessoas, não apenas quem precisa da transfusão, mas sua família também. Desde a internação da minha avó eu pude ver realmente como é ruim ter alguém que amamos em uma situação grave, muitas vezes sem podermos fazer nada. Ajudar as pessoas nos faz bem e não custa nada.”





